crítica filosofia poesia ... da alegoria ao enigma – o romance da rosa 12/02/2026 Período áureo do gótico e da escolástica, o século XIII tem como seu grande expoente literário O Romance da Rosa. Poema escrito a quatro mãos, é composto por uma primeira parte num total de 14.000 versos (c.1235) da autoria do poeta de corte Guillaume de Lorris (c.1215-1238). Desenvolve este uma alegoria do amor, seguindo os […] Number of comments: 0
crítica Julian Barnes a revisitar 24/04/2019 Julian Barnes nasceu em Leicester em 1946, e estudou em Londres e Oxford. Desempenhou as funções de lexicografo no O.E.D., e depois veio a trabalhar como jornalista para o New Statesman e o Sunday Times. Entre 1982 e 1986 fez critica de televisão para o Observer – mais sobre a biografia. É também o autor […] Number of comments: 0
crítica romance Bradbury e Lodge – já clássicos 23/12/2018 Querelas entre artes e ciências a partir de “clássicos”: Cortes de Malcolm Bradbury, e Um Almoço nunca é de Graça, de David Lodge (lidos em 1990). Uma das grandes preocupações do romance inglês dos anos oitenta tem sido a política económica dos cortes orçamentais tatcherianos (“honrosamente” imitados pelo continente). A par, ou como consequência, vem […] Number of comments: 0
crítica romance Sobre o Dinossauro de José Cardoso Pires 20/11/2018 «No Reino dos Mexilhões Há muitos romances sobre o que era Portugal antes do 25 de Abril. Alguns foram aparecendo no depois. Mas quem conta o estado do Estado na eminência da Revolução, quem dá o retrato do momento imediatamente anterior e esboça uma situação ridícula de podre é Cardoso Pires, magistralmente, em Dinossauro Excelentíssimo. Publicado em Maio de […] Number of comments: 0
crítica poesia prémios Ramos Rosa em 1988 09/11/2018 «Data de 1958 o primeiro livro de Ramos Rosa, O Grito Claro, cumprindo agora o autor trinta anos de percurso poético. É um longo caminho de exploração da linguagem, de demanda, não apenas artística, mas também de auto-conhecimento, que vêm a ser compensado com o prémio Pessoa. Poeta modernista, tenta libertar as energias expressivas reprimidas, tornando-se […] Number of comments: 0