O AO90 ou se o ridículo matasse
Depois do anúncio pomposo a 13 de Maio que Portugal tinha sido “o primeiro a assinar” e a tornar obrigatório um Acordo (que, segundo a palavra, precisa de mais gente) o AO90 – independentemente das ilegalidades (também) da data – resolvi fazer um apanhado do «estado da arte» para defender a tese: «estamos a ficar … Continue reading O AO90 ou se o ridículo matasse
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