A arma certa

a arma certa

Mais do que o discurso de Durão Barroso sobre a aprovação do nosso O.E. pelos nossos benfeitores europeus, sem sabermos sequer de que tipo, e qual o bodo que nos destinam a nós, pobres ignorantes e ingratos, a notícia mais importante para mim ontem foi esta: «Utentes bloqueiam comboios no Cacém em protesto contra a greve». Diziam – no Económico: «Há clientes que estão a puxar as sirenes de alarme e por isso os comboios não podem andar».
Já a de hoje foi o IKEA ter apagado as mulheres dos catálogos que exportaram para a Arábia Saudita.
Apetecia-me, nunca mais comprar nada nalguma loja cujo proprietário me ofendesse. Nunca mais comprar um qualquer produto – por exemplo, uma cerveja – de uma marca cuja publicidade me ofendesse. Nunca mais comprar brinquedos de um vendedor que, por exemplo, fizesse propaganda subliminar para influenciar as criancinhas. Apetecia-me MESMO.

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