helena barbas

  • Home
  • artigos
  • ensino
    • curso de verão
    • trabalhos de alunos
  • investigação
  • jornalismo
  • livros
  • traduzir
  • vita
Twitter Facebook RSS

Filmes perigosos

Posted on 14/05/2012 by hbarbas
No comments

Fica aqui o «trailer» do filme Up in the Air (Amor sem escalas, 2009) de Jason Reitman com George Clooney, que parece ter inspirado o nosso Primeiro para a tirada profundamente filosófica da semana passada.
Mr. Bingham percebe que as pessoas desempregadas ou despedidas têm reacções estranhas. E se o desemprego é de facto uma oportunidade tão boa para mudar de vida, porque é que o Dr. Passos Coelho e os seus pares a estão a desperdiçar?

  • LinkedIn
    Categories: cinema, história

    Essência – dos Madredeus

    Posted on 28/04/2012 by hbarbas
    No comments

    Os MADREDEUS regressaram – ressuscitaram – este mês de Abril, com outra formação. Estão em tournée por essa Europa fora, e lançaram um disco novo que a todos aconselho vivamente – Essência. As letras antigas do Pedro Ayres de Magalhães, na voz pura e jovem da Beatriz Nunes a arcar com a herança forte de Teresa Salgueiro - são eternos (e tão Portugueses enfim! – haja alguém).

    Aqui – uma explicação mais longa das alterações e crescimentos – BEM HAJAM

    • LinkedIn
      Categories: música, poesia

      Abril não desarma

      Posted on 24/04/2012 by hbarbas
      No comments

      Há também um Manifesto - ver versão integral - que termina assim:

      Neste momento difícil para Portugal, queremos, pois:

      1. Reafirmar a nossa convicção quanto à vitória futura, mesmo que sofrida, dos valores de Abril no quadro de uma alternativa política, económica, social e cultural que corresponda aos anseios profundos do Povo português e à consolidação e perenidade da Pátria portuguesa.

      2. Apelar ao Povo português e a todas as suas expressões organizadas para que se mobilizem e ajam, em unidade patriótica, para salvar Portugal, a liberdade, a democracia.

      Viva Portugal!

      Lisboa, 23 de Abril de 2012

       

      • LinkedIn
        Categories: história

        Hino de Maria da Fonte

        Posted on 15/04/2012 by hbarbas
        No comments

        Terá começado em Março, mas atribuiu-se o dia 15 de Abril à Revolução de Maria da Fonte em 1846. Fica aqui o hino – por Vitorino – e a versão original da letra:

        Viva a Maria da Fonte
        Com as pistolas na mão
        Para matar os cabrais
        Que são falsos à nação

        Refrão (2x)
        É avante Portugueses
        É avante não temer
        Pela santa Liberdade
        Triunfar ou perecer

        Viva a Maria da Fonte
        A cavalo e sem cair
        Com as pistolas à cinta
        A tocar a reunir

        Refrão

        Lá raiou a liberdade
        Que a nação há-de aditar
        Glória ao Minho que primeiro
        O seu grito fez soar

        Refrão

        Sobre esta história (premediatamente ?) muito mal contada há uma bibliografia bastante completa fornecida pela Universidade do Minho/Biblioteca Pública de Braga – aqui. Dela, pode ler-se on-line a versão de Camilo Castelo Branco – aqui

         

        • LinkedIn
          Categories: do contra, história, música

          O Vampiro Estrangeiro de Gomes Leal

          Posted on 17/03/2012 by hbarbas
          No comments

          Em 1897 escreve Gomes Leal um romance/carta em verso ao Rei D. Carlos – chama-lhe O Estrangeiro Vampiro - e reza em parte assim:
          [... pág.8]
          E então chamou-me alguém: – «Poeta dos Vencidos!
          faze-te a língua e a voz dos ais e dos gemidos
          dos nossos corações! – Alça uns amargos cantos
          cheios de ódio ao Opressor!… Fala por nossos prantos!»
          E então eu aceitando o dever duro e ingrato,
          alcei o canto amargo… e disse intemerato:

          «Ricos e maiorais deste país à beira
          de um precipício a pique, a galgar a ladeira
          da falência e a ruína, após cerrado o cofre
          da Usura e da Onzena, olhai: – O povo sofre!

          [... p. 10]
          Mas ora então sabei – ricos e altos senhores
          e Estrangeiros brutos… nossos vis opressores!
          que nos estrangulais com a garra usuraria
          que enquanto saboreais a sopa extraordinária
          talvez de Vanderbilt… nossas mulheres e filhos
          transam mil privações da miséria nos trilhos:
          Que muitos largam a pátria e passam montes e rios,
          Por não ter capitais com que arar os baldios:
          Que muitos burgos há de entes sórdidos, nús
          Onde nunca há brazido e comem peixes crús;
          Há outros  que, inda mais rotos, nús infelizes,
          Pastam como animais, comem ervas, raízes!…

          [... p.13]
          Ora a um povo que tem oito séculos na História,
          e feitos que jamais varrerão da memória
          Homens de esforço, a nós, que expulsámos do solo
          ao Espanhol, ao Saxão, rasgando o nosso colo,
          ao Gaulês opressor, ao Bretão insolente,
          e a Junot, o terror dos esquadrões, e ao ingente
          Napoleão, ao qual nós servimos de escolho,
          - que fizémos recuar e encrespar o sobrolho…

          Agora a nós, Senhor, dos valentes o assombro,
          pretendem os chatins… que na miséria e escombro
          de todos os troféus e aspirações honestas,
          dobremos a cerviz e curvemos as testas,
          vencidos sem combate e sem alçar a espada,
          de joelhos no chão, a cabeça rapada
          como vencido hebreu às épocas remotas,
          - a um bando charro e vil de onzeneiros* e agiotas!…

          Esta acessível on-line, na Biblioteca de Fernando Pessoa – http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/bdigital/8-309/2/8-309_master/8-309_PDF/8-309_0000_1-67_t24-C-R0150.pdf

          * – pequena actualização politicamente mais correcta.

          • LinkedIn
            Categories: déjà vu, do contra, literatura, poesia

            Os 3 porquinhos no século XXI

            Posted on 04/03/2012 by hbarbas
            No comments

            • LinkedIn
              Categories: cinema

              Transformismo

              Posted on 16/02/2012 by hbarbas
              No comments

              (a Carlos Tavares)

              Ó sabios, ó intrépidos coveiros,
              Que andais cavando o pó da antiguidade,
              E descobris, atléticos mineiros,
              Os filões escondidos da verdade,

              Vós, que passastes séculos inteiros
              A procurar os pais da Humanidade,
              E, colhendo os vestígios derradeiros,
              Arrancastes o mundo à Divindade,

              Vós c’o frio escalpelo da razão
              Viestes despedaçar-me o coração
              Da minha infância as ilusões, a fé;

              E levastes-me a crer, cheio de dor,
              Que o formoso ideal do meu amor
              Era a neta gentil d’um chimpanzé.

              Cyrillo Machado – Lisboa, 1880

               

              • LinkedIn
                Categories: literatura, poesia

                E outra vez o M.N.A. …

                Posted on 01/02/2012 by hbarbas
                No comments

                Como este Governo também não tem nada que fazer, e os cofres continuam cheios, lá andam outra vez preocupados com o Director do Museu Nacional de Arqueologia (entre outros). Em Março de 2010 queriam mudar o MNA para a Cordoaria – e  lá «bloguei» a resmungar como mera cidadã interessada. Desconfio das mudanças – «entre o que se parte, o que se perde e o que desaparece…» – lá se vai evaporando o património.

                Ao tempo era mera simpatizante, mas a cena suscitou-me a curiosidade. Agora lá ando pela biblioteca a investigar - resultados perversos da publicidade decerto. Sorte minha que descobri um oásis. Posso puxar dos galões – já corri muitas das bibliotecas por essa Europa fora;  tive o privilégio de passar umas semanas na do Vaticano, e até deu para espreitar o Archivio Secreto. Isto para dizer que em nenhum desses lugares me deram as condições – e a simpatia gratuita – que tenho recebido no M.N.A. Um enorme obrigado à Maria do Carmo, ao Dr. Luis Raposo e, como diria o outro, «deixem-nos lá trabalhar, pá!»

                • LinkedIn
                  Categories: do contra, Museu Nacional de Arqueologia

                  O AO90 – à espera do fa(c)to consumado

                  Posted on 27/01/2012 by hbarbas
                  5 comments

                  Hoje deu-me para isto – ir ao portal da Assembleia da República consultar a legislação a favor e as petições contra o Acordo Ortográfico. Queria saber quem andava a «mandar» no Acordo.

                  Da anterior legislatura surge-me sempre o deputado Feliciano Barreiras Duarte, um homem do Bombarral, à cabeça das instruções para arquivar os processos (495/X/3 e 511/X/3). Aparece-nos na net/AR e facebook como «consultor jurídico» e «professor universitário». Na Lusófona, tem uma Licenciatura em Direito, pela Universidade Autónoma (1997). As outras inteligências de quem dependem as decisões, nesta legislatura (XII) serão, além de Nuno Crato, Francisco José Viegas e o próprio Primeiro Ministro. Sobre o Acordo, numa entrevista à Única (3.Set.2011), pronuncia-se o Matemático Nuno Crato: «É um facto. Como disse, salvo erro, o Ministro dos negócios Estrangeiros, neste momento não é uma questão de opinião.». Um facto com «c», que poderia ter deixado algumas expectativas além do esforço visível de passar pelo intervalo da chuva, e sacudir a dita do capote. Os salpicos terão caído na gabardine «double-face» do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas. Este, enquanto director de O Independente (1988-1995), apoiou todas as campanhas nele feitas contra as tentativas de implantação do Acordo; surge agora (como Sócrates, José António Pinto Ribeiro e Gabriela Canavilhas) a considerar a língua portuguesa como uma «commodity» e factor de união com o Brasil.

                  As próximas petições irão provavelmente parar às mãos de Francisco José Viegas, licenciado em Estudos Portugueses e que se apresenta como editor de profissão. O que disser será ratificado pelo seu superior hierárquico, Pedro Passos Coelho, ele próprio semi-licenciado em matemática, e com o grau completo em Economia pela Universidade Lusíada (2001).

                  No texto do acordo propriamente dito, as regras são agora ditadas por um portal da Língua Portuguesa – em particular um grupo de investigação do ILTEC - Léxico e Modelização Computacional – financiado pela FCT, chefiado pela Professora Margarita Correia, portuguesa de origem Venezuelana, com doutoramento em Letras e Linguística. Será a alternativa encontrada ao que a lei do dito AO90 exige: «a publicação de um Vocabulário Ortográfico Unificado da Língua Portuguesa, elaborado pela Academia das Ciências de Lisboa e pela Academia Brasileira de Letras, com a colaboração das competentes instituições dos países-parceiros do Acordo, o qual constituirá um instrumento de consulta e de resolução de dúvidas, que a aplicação de qualquer Acordo sempre levanta.» (aqui o historial todo para quem tiver paciência). Também dos países-parceiros Angola e Moçambique ainda não o ratificaram.

                  Espera-se pois que o Acordo acabe em facto consumado, à patada, sem os instrumentos considerados necessários até pelos «acordistas» – caminhando a asneira incólume às opiniões dos grandes especialistas da nossa língua (portugueses e brasileiros), de relatórios académicos sérios e bem fundamentados, de multiplas petições com muitas mil assinaturas.

                  Parafraseando o linguista António Emiliano e o abaixo o cineasta e autor António de Macedo – a quem anda a aproveitar o crime?

                   

                  • LinkedIn
                    Categories: acordo ortográfico, do contra

                    E mais ainda o (des)Acordo pouco ortográfico

                    Posted on 27/01/2012 by hbarbas
                    1 comment

                    Deixo aqui um e-mail recebido do cineasta escritor e amigo António de Macedo – sempre lúcido e brilhante:

                    Prezad@s Amig@s,
                    Não sei qual é a vossa posição quanto ao chamado novo Acordo ortográfico, mas, em qualquer dos casos, penso que vos será útil terem conhecimento das informações que reproduzo a seguir.
                    Pessoalmente sou visceralmente contra, até por consideração para com os nossos irmãos brasileiros, que certamente poderão ficar desorientados com incongruências como esta: pelo novo Acordo (AO90) eles continuam a escrever, por exemplo, “percepção” e “receptivo”, mas em português de Portugal, teremos de passar a escrever “perceção” e “recetivo”. Estou mesmo a ver um brasileiro culto, habituada à visualidade gráfica de ”percepção” e “receptivo” (e continunando a mantê-la), a hesitar durante uns segundos para descodificar o que significarão formas tão aberrantes como “perceção” e “recetivo”…

                    Aqui vai o que apurei:
                    1 – A nova ortografia, acordada pelo Acordo Ortográfico de 1990 (AO90), foi promulgada pela Resolução da Assembleia da República (AR) n.º 26/91, de 23 de Agosto (com pequenas actualizações posteriores), e pormenorizada pela Resolução do Conselho de Ministros (CM) n.º 8/2011.
                    2 – A ortografia ainda em vigor, acordada pelo Acordo Ortográfico de 1945 (AO45), foi promulgada pelo Decreto n.º 35.228 de 8 de Dezembro de 1945, e ratificada em 1973, com pequenas alterações, pelo Decreto-Lei n.º 32/73 de 6 de Fevereiro.
                    3 – O Código do Direito de Autor e Direitos Conexos foi promulgado pelo Decreto-Lei n.º 63/85, de 14 de Março (com pequenas actualizações posteriores).
                    4 – Na hierarquia legislativa um Decreto-Lei está acima duma Resolução da AR ou do CM. Um Decreto-Lei é vinculativo, ao passo que uma Resolução é uma mera recomendação.
                    5 – Por conseguinte, uma Resolução não tem força legal para revogar um Decreto-Lei, e por isso o AO45 continua em vigor.
                    6 – Em caso de conflito entre a nova ortografia e o Direito do Autor, o que prevalece é o Decreto-Lei do Direito de Autor.
                    7 – Em consequência, nenhum editor é obrigado a editar os seus livros ou as suas publicações segundo a nova ortografia, nem nenhum Autor é obrigado a escrever os seus textos segundo o AO90. Mais ainda: tentar impor a nova ortografia do AO90 é um acto ilegal, porque o que continua legalmente em vigor é o AO45.
                    8 – Ao abrigo do Código do Direito de Autor, os Autores têm o direito de preservar a sua própria opção ortográfica, conforme consta do n.º 1 do Art. 56.º do Código do Direito de Autor e dos Direitos Conexos, onde se diz que o autor goza durante toda a vida do direito de assegurar a genuinidade e integridade da sua obra, opondo-se à sua destruição, a toda e qualquer mutilação, deformação ou outra modificação da mesma, e, de um modo geral, a todo e qualquer acto que a desvirtue.
                    9 – Embora no Artigo 93.º do mesmo Código do Direito de Autor se preveja a possibilidade de actualizações ortográficas, que não são consideradas “modificações”, há sempre a opção legítima, por parte do Autor, de escrever como entender, por uma “opção ortográfica de carácter estético”. O que aliás foi confirmado pelo Secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, em entrevista à SIC no dia 8 de Janeiro de 2012, onde ele afirmou publicamente que até 2015 há um período de adaptação (e de eventuais reformulações do AO90, segundo disse) em que é permitido o uso paralelo do AO45 e do AO90, mas que aos Escritores, dada a sua condição de artistas criadores, ser-lhes-á sempre permitido utilizar a grafia que entenderem, mesmo que em 2015 o novo AO90 venha a ser eventualmente consagrado por Decreto-Lei, e não apenas, como agora, por uma simples Resolução da AR.

                    Para terminar, e entre parênteses, o novo AO90 é tão abstruso que é um verdadeiro crime, que está a ser imposto em vários meios de comunicação e em todos os departamentos governamentais, não obstante ser ilegal e incluso antidemocrático - e antidemocrático porque as várias sondagens que têm sido feitas desde há vários anos sempre apontaram para uma média de rejeição, do AO90, por cerca de 67 por cento da generalidade dos Portugueses – além de ter recebido, ao longo deste últimos anos, nove pareceres negativos emitidos por várias instituições, como por exemplo o Departamento de Linguística da Faculdade de Letras de Lisboa, a Comissão Nacional da Língua Portuguesa, a Direcção-Geral do Ensino Básico e Secundário, a Associação Portuguesa de Linguística e a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros
                    Claro que um crime desta envergadura só pode estar a ser tão violentamente implementado porque tem atrás de si interesses muito pesados e muito poderosos, e apetece-nos perguntar como nos romances policiais: a quem aproveita o crime? Geralmente, em crimes desta envergadura, a resposta costuma ser: follow the money…
                    Dei um modesto contributo para tentar explicar a minha posição sobre o assunto neste link: http://ilcao.cedilha.net/?p=3854
                    Um grande abraço
                    António de Macedo

                    • LinkedIn
                      Categories: acordo ortográfico, do contra
                      Previous Entries
                      • Páginas

                        • artigos
                        • ensino
                          • curso de verão
                          • trabalhos de alunos
                        • investigação
                        • jornalismo
                        • livros
                        • traduzir
                        • vita
                      • Calendário

                        May 2012
                        M T W T F S S
                        « Apr    
                         123456
                        78910111213
                        14151617181920
                        21222324252627
                        28293031  
                      • Mensagens

                        • Filmes perigosos
                        • Essência – dos Madredeus
                        • Abril não desarma
                        • Hino de Maria da Fonte
                        • O Vampiro Estrangeiro de Gomes Leal
                      • Comentários

                        • [BLOCKED BY STBV] Artigos contra o AO (Parte 2) | esquinas on O AO90 – à espera do fa(c)to consumado
                        • ana cristina leonardo on O AO90 – à espera do fa(c)to consumado
                        • hbarbas on O AO90 – à espera do fa(c)to consumado
                        • Eduardo Guerra on O AO90 – à espera do fa(c)to consumado
                        • Maria Paula Luz on O AO90 – à espera do fa(c)to consumado
                      • Arquivos

                        • May 2012
                        • April 2012
                        • March 2012
                        • February 2012
                        • January 2012
                        • December 2011
                        • November 2011
                      • Categorias

                        • (na gaveta)
                        • acordo ortográfico
                        • animação
                        • artes plásticas
                        • cinema
                        • déjà vu
                        • do contra
                        • editoras
                        • exposições
                        • história
                        • literatura
                        • Museu Nacional de Arqueologia
                        • música
                        • poesia
                        • SOPA
                        • tradução
                      • Admin

                        • Log in
                        • Entries RSS
                        • Comments RSS
                        • WordPress.org
                      • Visitas

                        Site Meter
                      • Blogroll

                        • A Educação do meu umbigo
                        • A Ronda dos dias
                        • A Terceita noite
                        • Acto falhado
                        • Albergue espanhol
                        • Apdeites
                        • Arcebispo de cantuária
                        • Arrastão
                        • A Arte da fuga
                        • Arts beat
                        • Aventar
                        • Bad Girls go everywhere
                        • Bibliodissey
                        • Blasfémias
                        • Cocanha
                        • Da Literatura
                        • Duas ou três coisas
                        • Farinha amparo
                        • Funes el memorioso
                        • Impensável
                        • Jonasnuts
                        • Jovens do restelo
                        • Jugular
                        • Lóbi do chá
                        • Margens de erro
                        • Não percebi a pergunta
                        • O Cachimbo de Magritte
                        • O Fogo da vontade
                        • O Inútil
                        • O Século prodigioso
                        • Pedro Lains
                        • Porta da loja
                        • Provas de contacto
                        • Rationally speaking
                        • Rui Zink
                        • Sara Barbas
                        • Science2.0
                        • Tertúlia bibliófila
                        • The Great Beyond
                        • The Onion
                        • We Have kaos in the garden
                      © helena barbas. Proudly Powered by WordPress | Nest Theme by YChong